“O narrador conta o que ele extraí da experiência – sua própria ou aquela contada por outros. E, de volta, ele a torna experiência daqueles que ouvem sua história”

                                                                                 Walter Benjamin

“Cada um de nós constrói a sua própria história e cada ser carrega em si o dom de ser capaz, de ser feliz!”

                                                                 Almir Sater/ Renato Teixeira

 

1. O QUE E MEMORIAL?

O Memorial se constitui em um exercício de interrogação de nossas experiências passadas para fazer aflorar não só recordações/lembranças, mas também informações que confiram novos sentidos ao nosso presente.

A forma como encaramos certas situações e objetos está impregnada por nossas experiências passadas. Segundo Ecléa Bosi (1979), através da memória, não só o passado emerge, misturando-se com as percepções sobre o presente, como também desloca esse conjunto de impressões construídas pela interação do presente com o passado que passam a ocupar todo o espaço da consciência. O que a autora quer enfatizar é que não existe presente sem passado, ou seja, nossas visões e comportamentos estão marcados pela memória, por eventos e situações vividas. De acordo ainda com essa autora, o passado atua no presente de diversas formas. Uma delas, chamada de memória-hábito, está relacionada com o fato de construirmos e guardarmos esquemas de comportamento dos quais nos valemos muitas vezes na nossa ação cotidiana. 

O Memorial é o resultado de uma narrativa da própria experiência retomada a partir dos fatos significativos que nos vêm à lembrança. Fazer um Memorial consiste, então, em um exercício sistemático de escrever a própria história, rever a própria trajetória de vida e aprofundar a reflexão sobre ela. Esse é um exercício de auto-conhecimento. 

O Memorial está intimamente relacionada a um exercício de reminiscência, isto é, de “puxar pela memória”. Como a memória é seletiva, filtrada pelo que sentimos e acreditamos, queremos que, no momento de elaboração do Memorial do nosso curso, esta seleção torne-se reflexiva. Ou seja, submetida a um exercício que tem como objetivo trabalhar as experiências que a pessoa considera de maior relevância na sua trajetória, relatando-a de modo reflexivo. Pode-se tomar, por exemplo, a ação pastoral e ir desenvolvendo uma reflexão dessa experiência apontando de que modo isso provocou desdobramentos em outras dimensões de sua vida.

Desse modo, uma primeira observação importante a ser feita refere-se à relevância de se estabelecer a diferença entre a técnica de escrita de um Memorial e uma narrativa histórica. 

Uma narrativa histórica tem a preocupação em refazer (contar, narrar) a trajetória de uma pessoa, em um determinado tempo, dos fatos relevantes que vêm à memória do autor. Esta narrativa pode conter diversas passagens da sua trajetória individual no tempo: nascimento, vivência familiar, escola, outros eventos e acontecimentos da vida pessoal mesclados com as dimensões coletivas do bairro, da cidade, do país ou do mundo enfim, de todos os acontecimentos que ocorrem à sua volta. Ou seja, a pessoa descreve esses acontecimentos da forma como eles ocorreram ou como ela os percebeu. 

Já o Memorial é um relato que reconstrói a trajetória pessoal, mas que tem uma dimensão reflexiva, pois implica que quem relata se coloca como sujeito que se auto-interroga e deseja compreender-se como o sujeito de sua própria história. Assim, é um esforço de organização e análise do que vivemos. Esta diferença entre vivência e experiência é importante.

A experiência, ao contrário da vivência,  é refletida, pensada, e pode-se tornar algo consciente que construirá uma nova identidade, ou seja, um outro jeito de olharmos e pensarmos o mundo. Para ilustrar, seria possível dizer que é como olhar a vida através de um “retrovisor”, dando a chance de enxergar determinadas dimensões de nossa vida e refletir criticamente sobre o significado delas em nossa trajetória, tendo como  vantagem o distanciamento temporal. 

No nosso curso, o Memorial será um instrumento através do qual o(a) aluno(a) articula a experiência com suas percepções interiores, pois ele tem como objetivo dar ao(a) aluno(a) uma oportunidade para refletir sobre sua vivência de atuação junto aos movimentos sociais e organizações populares.

Para elaborar o seu Memorial, o(a) aluno(a) deverá levar em conta as condições e situações que envolvem sua trajetória, apresentando as questões que mobilizam sua atenção e evidenciando como elas se originam em sua história. Pelo seu caráter problematizador, reflexivo e sistematizador, o Memorial se constituirá em instrumento que servirá de fio condutor para que o(a) aluno(a), ao longo do curso, reúna elementos para a produção de sua monografia. 

Depois de inscrito no curso, o Memorial deverá ser apresentado por cada candidato(a), contendo de 8 a 10 páginas.

2. POR QUE UTILIZAREMOS O MEMORIAL COMO FERRAMENTA BÁSICA?

Entendemos que o Memorial tem uma função pedagógica-formativa na medida que o seu processo de elaboração e re-elaboração ao longo do curso - como um exercício contínuo e gradativo – auxiliará o(a) aluno(a) no desenvolvimento e na articulação dos nexos entre a vivência de atuação social e os conteúdos teóricos vistos no curso, de modo a gerar uma interpretação crítica da sua experiência e da própria realidade que o cerca.

Neste sentido, o Memorial funcionará como uma “ferramenta de suporte” que   auxiliará o(a) aluno(a) em sua formação, dado que ele tem o objetivo de gerar uma reflexão sistemática, à luz dos conteúdos teóricos, acerca de sua vivência local e os saberes aí constituídos.

Mas não queremos que o aluno pare por aí. Queremos aprofundar a reflexão sobre esta sua história e prática e queremos que esta reflexão seja feita, também, com sua comunidade. Então, começaremos pelo memorial. Ele apresentará o “rosto” de cada aluno(a), descrito por ele mesmo. E a cada módulo, o(a) aluno(a), com ajuda do seu tutor, estará aumentando o grau de reflexão e crítica sobre o que escreveu inicialmente. Em outras palavras, ele estará relendo o que escreveu e acrescentando temas e ângulos novos a partir das questões teóricas que estudou em cada módulo. Mas não estamos propondo uma reflexão solitária, aquela que não provocaria algo que é caro para a educação popular: a reflexão e o diálogo coletivo.

O objetivo é que o memorial, depois de ser revisto pelo(a) aluno(a) ao final de cada módulo, seja em seguida, discutido, com sua comunidade a qual, pode ser  sua equipe de trabalho, seus vizinhos, seus companheiros de lutas sociais. Queremos provocar esta conversa coletiva, a reflexão da comunidade. Assim, o processo de reescrita do memorial será, também, um processo de conversa e reflexão constante com sua comunidade.

Pretende-se que a experiência de escrita e retomada do Memorial ajude o(a) aluno(a) a refletir sobre seu saber prático e o capacite a se tornar um formulador de novos caminhos e alternativas, reinventando novos modos de transformação social no local em que atua. Portanto, o Memorial servirá como uma ferramenta que auxiliará o(a) aluno(a)  na articulação do processo de ação-investigação-educação-ação no decorrer do curso.

RESUMINDO

1. O(a) candidato(a) fará a inscrição pela internet e apresentará o memorial, que servirá de pré-requisito para efetivar sua inscrição (entre 15 de fevereiro e 09 de abril).

2. Ao ser selecionado, participará do I Encontro Nacional do curso (maio de 2006). Neste encontro, os tutores começarão a discutir o memorial com os(as) aluno(a)s, para que se preparem para o início do trabalho.

3. No final de cada módulo, o aluno refaz seu memorial, acrescentando conceitos, questões ou temas que surgiram ao longo do módulo. O tutor estará auxiliando-o nesta tarefa.

4. Com o memorial refeito, o aluno organiza uma discussão deste texto com sua equipe de origem (pastoral, comunidade, entidade, por exemplo). Nessa discussão, a comunidade pode dar sugestões de mudanças, de forma que o aluno incorporará essas informações para re-elaboração de seu memorial.

5. Este percurso vai se reproduzindo ao final de cada módulo, até chegarmos ao módulo 07, o último, quando o memorial já estará mais robusto, com cara de trabalho de final de curso, principal instrumento de avaliação final do aluno.
 

3. As fases do memorial no nosso curso

1o momento de elaboração do memorial/ Inscrição

Inicialmente o memorial será elaborado como requisito para que o(a)  candidato(a)  efetive sua inscrição.  Nesta primeira etapa, o objetivo é possibilitar ao(à) candidato(a) um momento de elaboração individual sobre sua vivência pessoal e social. Trata-se, assim, de um relato em que ele(a)  irá  se apresentar tendo como foco sua ação social, procurando retomar sua história/memória através da sistematização da vivência de atuação desenvolvida ao longo dos anos, identificando a área na qual milita atualmente  e apresentando as principais questões com as quais está envolvido(a).

Para a elaboração do Memorial, nessa etapa inicial, indicaremos a seguir alguns aspectos que podem auxiliá-lo(a) no processo de levantamento de questões para a elaboração do mesmo:

  • Identifique a localidade e sua vivência como agente social (pastoral, política, de trabalho social ou comunitário) no tempo;

  • Apresente a ação social na qual você está envolvido(a) e a Entidade/Ong/Pastoral na qual atua. Indique: o que faz, com o que trabalha, como desenvolve seu trabalho;

  • Contextualize as condições e situações que levaram você a se envolver nessa ação; destaque acontecimentos, dilemas, atores sociais que foram relevantes nesse percurso; reflita criticamente sobre sua vivência individual e coletiva no lugar onde atua.

  • Relacione o seu papel como agente social com as ações coletivas que estão sendo desenvolvidas no lugar onde você atua. Em outras palavras, relacione o que faz e deseja com as tradições, práticas e ações da comunidade (nem sempre elas coincidem);

  • Levante aspectos que gostaria de, num segundo momento, durante o curso, retomar e através do qual o Memorial será re-trabalhado. 

Elaboramos, a seguir, um roteiro de questões que podem auxiliá-lo(a) na elaboração do Memorial. Você pode se basear neste roteiro ou acrescentar e alterar questões.  

a) De onde você vem? Como é sua comunidade?

b) Quem é você?

Algumas sugestões para essa parte introdutória do memorial:

  • relato pessoal – o Memorial se inicia por esse item no qual você narra sua vivência pessoal. Mostre como foi construindo sua atividade de militante social, indicando o que o(a) levou à situação presente de atuação.

  • Sua relação com as ações coletivas de seu território:

I) Indicação da ação social e organizações/entidades com as quais trabalha;

II) descrição da ação social com a qual está trabalhando;

III) reflexão crítica sobre como você vê sua atuação e sua organização/ entidade em sua territorialidade.

c) Qual é a estrutura física/material para a realização de seu trabalho social?

  • Indique se o espaço físico que existe para o desenvolvimento do seu trabalho lhe garante as condições para o desenvolvimento do mesmo, apontando possibilidades e limites da estrutura existente para o seu desenvolvimento. 

  • Analise suas condições pessoais para a realização do trabalho social: tempo, conciliação entre vida pessoal/ trabalho social/ formação profissional, remuneração.

d) Por que você está envolvido com esse trabalho social?

  • indicação do que o(a) motiva a  trabalhar nessa área;

  • levantamento dos dilemas no contexto sócio-econômico, político e cultural de sua região que o(a) leva a enfrentar esses desafios;

  • reflexão sobre a capacidade de transformação social que você vislumbra na ação em que está envolvido(a). Ou seja, explique porque “apesar de...” você continua envolvido e motivado para a ação. 

e) Quais problemas ou aspectos desta sua trajetória que gostaria de destacar e aprofundar ao longo do curso?

É importante que você leve em consideração dois elementos em relação a essas sugestões: primeiro: você não precisa se preocupar em responder todas essas questões. O Memorial não é um questionário de perguntas e respostas, ou seja, você selecionará aquilo que considerar relevante para refletir criticamente sobre sua atuação. Segundo, podem existir diversos outros aspectos que não foram contemplados acima e que são fundamentais de serem levados em conta. Portanto, lembre-se que as indicações acima não são uma “camisa-de-força” mas, apenas, exemplos de questões para o levantamento de elementos para seu Memorial. 

2o momento: re-elaboração do Memorial:

Passado o processo de seleção e já inserido no curso, o(a) aluno(a) terá a possibilidade de retomar seu Memorial, com conteúdo substancial que possibilite a sua utilização para a produção de sua monografia, no decorrer das disciplinas.

Nessa segunda etapa, antes de iniciar a reescrita do Memorial, o(a) aluno(a) terá a chance de ter contato com o(a) seu(sua) tutor(a) no “I Encontro Nacional do Curso de Especialização em Movimentos Sociais, Organizações Populares e Democracia Participativa”. em maio de 2006.

O(A) tutor(a)  desempenhará um papel muito importante no processo de formação do(a) aluno(a). Ele(a) será uma pessoa que, além de conhecimento sobre temáticas relevantes, no curso, terá fundamental importância para auxiliar o(a)  aluno(a)  no uso de ferramentas de caráter metodológico.

No Encontro Nacional, o objetivo dos(as) tutores(as) é:

  • abrir espaço para que o(a) aluno(a) relate dificuldades enfrentadas  na elaboração do memorial;

  • auxiliar o(a) aluno(a) a compreende os processos de inflexão/reflexão que deverá fazer durante o curso, com temas que serão trabalhados durante as disciplinas; 

  •  indicar meios para articular a vivência individual/coletiva com temas do curso.

  • auxiliar o(a) aluno(a) na identificação de dilemas, desafios e potencialidades que podem ser fruto de pesquisa.

Esperamos que o processo de re-elaboração do Memorial leve o(a) aluno(a) a estabelecer uma nova relação com sua prática social. Na medida que estará fazendo o curso e atuando socialmente, ele(a) terá a oportunidade de discutir e problematizar sobre suas experiências concretas à luz de conteúdos que lhe permitirão relacionar a prática com as questões teóricas acerca de temas relevantes para sua ação social como, por exemplo: participação, movimentos sociais, organizações populares, democracia, educação popular, questão agrária, dentre outros. 

Esta incorporação das contribuições dos diversos conteúdos teóricos desenvolvidos no curso permitirá ao(à) aluno(a) encontrar  elementos para situar problemas, contradições  e potencialidades em sua prática social desenvolvendo, assim, uma análise crítica e globalizante de sua própria experiência.

Da mesma forma, esperamos que o processo de formação se constitua em estímulo para que o(a) aluno(a) compartilhe/socialize suas reflexões/problematizações desenvolvidas ao longo do curso com a comunidade/grupo social com a qual está comprometido(a). Esta seria uma forma de fazer com que sua comunidade participe ativamente de seu processo de produção de conhecimento. É parte, portanto, do processo de re-elaboração do Memorial, esse exercício de discussão e reflexão compartilhada com a localidade de referência do(a) aluno(a), para que o auxilie a instaurar, com a sua comunidade, um processo coletivo de geração de conhecimento. Desse modo, gera-se uma dinâmica de formação e produção do conhecimento que não é apenas individual, mas coletivo, na medida que se configura, também, como um processo de formação dos atores sociais de sua localidade. 

4. Passo a Passo do Memorial

a) Primeira versão apresentada na inscrição:

  • A primeira versão deverá ter aproximadamente 8 a 10 páginas; 

  • Uma primeira parte, introdutória, em que você se apresenta (de onde vem, qual sua área de atuação, sua entidade, sua intenção neste curso). Lembre-se, a intenção é que você reflita sobre o passado para explicar ou problematizar seu presente;

  • Numa segunda parte, descreva as ações sociais em que está envolvido: programas, atividades, objetivos, lutas, conquistas;

  • Numa última parte, problematize essa sua trajetória, destacando obstáculos, dúvidas, temas a serem aprofundados, dilemas pessoais e coletivos;

  • Uma dica: se possível, indique interesses e expectativas em relação ao curso, questões e temas que você gostaria de trabalhar ao longo do curso, pois isto pode auxiliar o seu trabalho.

b) O processo de reescrita desta primeira versão, que começará após o Encontro Nacional, será desenvolvido a partir de alguns tópicos construídos juntamente com o seu tutor que estará lhe auxiliando.

5. AVALIAÇÃO DO MEMORIAL

O Memorial, será avaliado em dois momentos distintos, seguindo a própria dinâmica de sua elaboração:

1) primeiro momento: para a inscrição. Avaliaremos a capacidade do(a) candidato(a) de relatar sua vivência pessoal, analisando as questões referentes à ação social com a qual está envolvido(a); 

2) no segundo momento: de re-elaboração. A tarefa do(a) aluno(a) de articular a sua vivência pessoal e social com as questões teóricas do curso será acompanhada pelo tutor. Nessa fase, a avaliação do Memorial terá a função de acompanhar o desenvolvimento do(a) aluno(a), sobretudo sua capacidade de articulação e reflexão dos nexos entre seu conhecimento prático e o conhecimento teórico visto ao longo do curso.

Assim, a avaliação se configura em um processo de acompanhamento dos dois momentos do Memorial, a qual privilegia a dinâmica de elaboração/re-elaboração. O que se pretende é levar em conta o crescimento gradual do(a) aluno(a) e sua capacidade de estabelecer/desenvolver a relação entre ação-reflexão-problematização-ação

A seguir daremos algumas indicações de como se processará, na prática, as duas fases de avaliação do Memorial:

1a avaliação do memorial – elaboração

Com o objetivo de estabelecer um processo de avaliação  transparente, didático e adequado será utilizada uma ficha, a qual norteará o processo de avaliação da elaboração do Memorial.

Segue, abaixo, um exemplo da ficha a ser utilizada:

FICHA DE AVALIAÇÃO DO MEMORIAL

Nome do(a) aluno(a):
Tutor(a):
Avaliador(a):

ITENS PARA AVALIAÇÃO DO  TEXTO

SIM PARCIAL NÃO
1 - Nível adequado de linguagem, bom padrão de escrita da língua portuguesa      
2 - Idéias apresentadas com clareza, coerência e boa organização      
3 - Dados relevantes e pertinentes de sua vida pessoal e profissional      
4 - Capacidade de transformar vivência pessoal em experiência reflexiva      
5 – Capacidade de Identificar dilemas, problemas e potencialidades  na ação social  na qual está envolvido (a)      
Observações:

2a fase de avaliação do Memorial – re-elaboração durante o curso:

Ao longo do curso será estabelecida uma dinâmica de avaliação da re-elaboração do Memorial.

O acompanhamento periódico do Memorial ocorrerá através do estabelecimento de critérios que permitam avaliar a capacidade de articulação entre as reflexões construídas no curso e o desenvolvimento de questões relacionadas com a sua prática social na localidade onde atua.

Alguns itens da Ficha de reavaliação do Memorial:

FICHA DE AVALIAÇÃO DO MEMORIAL

Nome do aluno(a):
Tutor(a):
Avaliador(a):
ITENS PARA AVALIAÇÃO DO  TEXTO SIM PARCIAL NÃO
1 - Nível adequado de linguagem, bom  padrão de escrita da língua portuguesa      
2 - Idéias apresentadas com clareza, coerência e boa organização      
3 - Dados relevantes e pertinentes de sua vida pessoal e profissional      
4 - Capacidade de transformar experiência local em experiência reflexiva      
5 - Posicionamento crítico diante do objeto      
6 – Capacidade de Identificar dilemas, problemas e potencialidades  da ação social      
7 – Articulação entre teoria e ação social      
8 – capacidade de fazer  inflexão/reflexão com algum tema do curso sobre sua prática social      
Observações


Referências  Bibliográficas:

BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In:______ . Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 2ª. São Paulo: Brasiliense, 1985. P. 197-221.

Bosi, Ecléa. Memória e Sociedade: lembranças dos velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1979, (1ª Edição).

HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias Qualitativas na Sociologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1990.

THIOLLENT, Michel. Crítica Metodológica, Investigação Social e Enquête Operária. São Paulo: Ed. Polis, 1997.

Sítios:

http://www.comciencia.br/reportagens/memoria/04.shtml

http://www.museudapessoa.net/escolas/oq_eh_memoria.htm